sábado, 31 de janeiro de 2009

URGENTE! ---> Delete os originais!!!!

E conserve o rascunho.
Texto que escrevi hoje a tarde. Em um momento de lembranças, daqueles, que escrevem.

Nos riscos de quem escreve.
Muitas pessoas ao meu redor escrevem.
Músicas, melodias, letras, textos, cartas aos filhos.
Todas as vezes que conversei com um deles então, percebi o quanto as palavras são importantes por decifrar um sentimento, o quanto se tornam essenciais na melodia, e como se encaixam perfeitamente nos acordes.
Muita semelhança encontrei.
Desabafo, Emoções, Teu olhar, Toque pra mim...melodias em que vocês, pessoas, me serviram de inspiração. Ah! claro, nem todas as pessoas que me inspiraram são as mesmas dos rascunhos semelhantes. Há outras...as pessoas que costumo chamar de personagens.
às vezes são estrelas, as vezes praia, lua, o próprio violão, conchinha de praia, areia...e pessoas. Tanto faz..o que não é gente, a gente personifica! =P melhor ainda é que independe de como escrevemos, o ouvinte vai caracterizar como quiser! Isso enriquece a música! Os momentos... amo! sempre únicos.
Vi também os rascunhos deles. Quanta semelhança! Círculos; parênteses; exclamações; setas; riscos (muitas rasuras e riscos), no encontrar da exata expressão. De quê? Pra quem?
Coisas de quem escreve.
Não, não são escritores.
São.
Pessoas que apenas são.
Que escrevem quando "dá na telha"...
É sério! acho muito interessante. Quem escreve, toca...coloca melodia...consegue desocupar um pouco a mente...quase um "baseado".
E fica tudo mais mágico, quando se entende que nos riscos tem tão mais...os riscos.
E alguns dos que escrevem, eu por exemplo, não cantam. O que é bom. Muito.
Se eu cantasse, elas e eles, não cantariam.
Se eu tocasse, eu não teria a melodia deles.
Enfim... além do tudo e tanto que tenho a dizer, pra mim, nada, como encontrar as maiores expressões nos riscos de quem escreve.

"Obrigada aos que me inspiraram para este post, e parabéns pelas melodias, pelas letras...puxa, gosto muito de te ouvir, principalmente quandoa obra é sua.
Com carinho,
Larinha - BSB (para os de fora rs)."

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Delete as garantías.

E seja sincero(a).
Como se fosse um negócio lucrativo para você.

Não se assina contrato de amizade, lealdade, fidelidade.
As coisas simplesmente acontecem. As circunstâncias simplesmente acontecem. O coração, simplesmente sente, e muitas vezes hesitamos em nos foçar a mandar nele, do contrário, lhe permitimos o comando.

Senti saudade, ciúme, alegria, tristeza, raiva, agonia, vergonha. Tudo acabou em vergonha. O único sentimento do qual me agrado de ter sentido aí é a alegria. Graças a Deus ela me veio a ponto de transbordar...mas só pra mim mesma. Estou tentando fazê-la transbordar ao próximo e me desculpe, não vou dar garantías pra evitar "pagar com a língua", mas prometo me esforçar. Estou me esforçando.

Aconteceu que diante de minhas lutinhas entre complexos e inferioridades, elas estiveram...e atuaram sem nem saber. Sim, foram as protagonistas de tal cura muito necessária em minha vida, naquele momento.
O ocorrido foi na véspera da despedida. No momento que encaramos a agonia de saber em breve ter que dar "tchau" sem previsão do próximo encontro...E no vai e vem do momento, um amigo fez bagunça no número de convidados e tivemos que mudar a saída. A agonia então foi da expectativa frustrada. Porém, antes que aquela musiquinha de fracasso tocasse no fundo musical: "quém-quém-quém-quéééém" tocamos outra. Ela agiu, ela se expressou. Nos juntou ao seu grito: "Já sei, vamos gritar! e tirar tudo de ruim..."
. . .
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH
. . .

Minhas cordas vocais tremeram.. UFFA! saiu..no grito foi o ciúme, a raiva, a agonia, o sentimento de perda, o fracasso, a semana pedagógica, a chefe, as brancas de mãe, de chefe, as grosserias de professor, os mimos de amigas, as falsidades, o medo do futuro, a falta de fé, a tristeza de assinar tantas garantías falsificadas, a solidão quando mesmo acompanha(o), a vontade de tapear o erro, de matar o restaurante, de recomeçar o dia, de roubar uma pizza (quem sabe sentiríamos conquista)

Uffa!! Obrigada Grito.
Tanta gente aglomerada, ar de saudade.
Uns ficam, outros vão.

"Tá todo mundo brincando, mas não quero brincar. Quero cantar, olhar pra Deus...tentar se quer perceber o que Ele quer com toda essa agonia. Sei que existem pessoas, amigos que enfrentam agonias de verdade, mas essa, no momento, é a minha. Preciso decifrar o por quê disso. De tudo que aconteceu esses dias...Preciso."

Foi o momento em que segurei a lágrima, a observei olhar o céu sem ligar pra quem estava em sua volta, todos se despediam, ela vira as costas, parecem estar deixando a cidade, os amigos, a saudade. Ela curte as estrelas mesmo ainda com aquele olhar de agonia...como se só faltasse chorar após o grito. Ela pega o violão. Senta no banco da praça, e dedilha. Ao mesmo tempo, sinto vontade de sentar ao lado dela, já que não posso sê-la a ponto de ignorar tanto o externo de forma que algo ou alguém jamais teria coragem de impedí-la. Não pude ficar(na prática)...resolvi escrever as frases que me vinham, segurei forte e só lacrimejei, segurei a onda. Ao chegar em casa...sentei no quintal, sozinha. Olhei o céu, escrevi, escrevi, chorei, chorei, chorei... foram os pingos d'água que o Grito não pôde levar. Afinal, enquanto gritei, sorri. Enquanto chorei, orei, escrevi, chorei. Ufa. Foi. Ficou tudo lá. No grito no estacionamento do Candeeiros-GO, no choro no quintal da casa na rua 231-GO.
A letra? Sim...claro: "Se as estrelas que ficaram, me deixaram ali. No banco da praça fiz essa cançao."... Não a publicarei por exclusividade, me perdoem vizinhos.

Após chorar tanto, me vieram abraçar, provavelmente achando que havia um motivo específico para os choro...mas não. Ali, era eu e Deus "na luz que somente eu podia ver" mas naquele momento já era "tanto faz" já tinha encarado o "surto"! "Chorei, gritei, cantei, dancei, gritei...fiz essa canção."


Bom, leitor, se você chegou até aqui, lhe sugiro que releia contando com o fato de que pessoa que em todo tempo chamei de "ela", pode ser eu, pode ser você, pode ser ela. Eu a vi e me senti. Sabe? quando alguém parece expressar exatamente o que você está sentindo, ainda que por motivos diferentes?. . . Bom, foi o mais curioso dia de sentir, encarar e aprender para co(a)ntar.
Obrigada aos que me serviram de inspiração para esse post.
Obrigada amiga também, este post não seria se você não tivesse me ensinado tão bem como desabafar num grito ;)

Vizinhos, leitores, "ditar" muitas garantías pode nos refletir falsos, fraco, e antes que você veja isso consigo mesmo...Garantir pode ser necessário, mas AGIR é o que vale. Mas caso você garanta e não possa cumprir ou confie erroneamente... GRITE.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Delete a má escolha.

E o faça por você.
A vida é feita de escolhas. Certo?
Se houver como responder "errado" por favor, me avise e me explique.

Escolher com Sabedoria é o que se chama de vida.
Pensei em como descrever o que experimentei nas últimas semanas, mas encontrei alguém que o fizesse por mim.
"Nasci antes do oceanos, quando ainda não havia fontes de água. Nasci antes das montanhas, antes de os morros serem colocados em seus lugares. Antes de Deus ter feito a terra e seus campos ou mesmo um punhado de terra. Eu estava lá quando ele colocou o céu no seu lugar e estendeu o horizonte sobre o oceano. Estava lá quando ele pôs as nuvens no céu e abriu as fontes do mar, e quando ordenou às águas que não subissem além do que ele havia permitido. Eu estava lá quando ele colocou os alicerces da Terra."
1º pessoa -> Sabedoria. Que narra em Provérbios 8:24-29.
Sim, ela já estava lá quando aquele cenário foi tão belamente montado.
No tempo que me ausentei de "meu mundinho", percebi que muitas vezes não somos culpados pelo que sentimos. Sim pelas atitudes e escolhas. Mas não pelo que sentimos.

Sentia cansaço constantemente mas assumi o novo emprego e não consegui assumí-lo.
Certa vez assumi mais de 10 turmas. Meu físico não aguentou. Desmaiei, descobri probleminhas de saúde...e ouvi o médico me alertar por má alimentação, muito estresse. Foi minha escolha. Não me dei bem. Má escolha.
Outra vez escolhi alimentar raiva de alguém especial, por ciúmes. De uma irmã, em Cristo, em amor, em amizade. Perdi a amizade. Senti muita saudade. Perdi confiança. Má escolha.
Numa outra vez, "perdi" carona (não por escolha minha).
Um drogado correu em minha direção enquanto eu caminhava calmamente. Corri, me tremi, agradeci a Deus por não permitir que ele me alcançasse. Terminei de chegar, tirei sangue, desmaiei, chorei... rápidos surtos psicológicos e cardíacos. Tive pesadelo com assalto...Bom, foi a escolha que fizeram. A meu ver, má escolha. A carona não custaria 5 minutos...
Escolhas. Até onde podem ir as consequências?!!!???
Escolhi também falar mal de um amigo, para ferí-lo, para atingí-lo, para fazê-lo sentir a (fraca) "grande dor"que ele tinha me causado. Não fez diferença... quando eu fui "tirar satisfações" e culpá-lo, ele me pediu perdão.
Escolhi ser sincera, falar em amor, minha tristeza e ciúme da amiga já mencionada aqui. Ela me perdoou, voltei a ter a amizade dela. Após perder vários meses e momentos daquela ótima amizade. Escolhi também pedir perdão a ele e "abrimos o jogo" ele também escolheu assim. Hoje somos bons. Muito bons amigos.
Escolha. Boas escolhas.
Por que não exortar em amor? Acho uma das formas mais lindas de se dizer "Eu te amo." "Me preocupo com você." "É por isso que preciso te machucar ao ser sincera" (muitas vezes, a verdade realmente dói)
A Sabedoria logo vem gritando: "a Compreensão está chamando em voz alta"
Nos dias que estive fora também percebi, senti e sorri ao ver que não somos imunes a nada. Mesmo se já vacinados.
Quem fui eu ao culpar o próximo se sou capaz (talvez muito mais capaz) disso/daquilo. Por quê (a)o culpei? Por quê (a) o julguei? Por quê magoei tanto? Sou tão capaz como ele(a). E puxa! como (a)o amo! E agora? ...só me resta o perdão...muito mais difícil de fazer, reconhecer.

Não valeu.
Não vale.
Não valerá a pena.
Se não se pode sustentar, tente ao menos causar um sorriso, ainda que seja ocasional, ao próximo(a).
Se trata de amor. Do de Deus. Independe das condições, das histórias, das fofocas, das brigas, das injustiças, das falsidades. Independe da condição de ser humano, de ser carnal.
Sei lá. Acho que dessa vez, o post veio falar simplesmente do amor. Tão constantemente conveniente. O amor de Deus. Que me faz pensar... Quem sou eu Larissa, pra deixar de perdoar alguém? pra se quer me sentir digna de ter raiva de algo ou alguém quando tão cheia de pecados e infidelidades com o meu Deus, e Ele continua a me amar.
Ái, esse amor. Tão lindo... que vontade de senti-lo. Deve ser tão gostoso amar além dos inúmeros defeitos que TODOS, que por não serem eu, teem.
Sabe onde eu senti esse amor tão aguçadamente? Quando vi as conchinhas. Elas são tão lindas! tão bem desenhadas!
Cada um vivendo o seu dia-a-dia corrido e o Senhor tem a delicadeza de desenhar conchinhas para os turistas se divertirem catando as "mais lindas".
Como pode? nas mais diferentes coisas Deus tem algo pequeno e belo.
Como Deus ama.
Acredito que assim Ele o faz nas mais diferentes situações.
Fui na 15A e voltei na 19D. Ótimo conhecer Vitória. Ótimo sair do "meu mundinho" e perceber a riqueza e/ou pobreza de espírito no mundinho das outras pessoas.
Já sinto saudades.
Quero fazer parte de outros mundinhos pra poder perceber melhor as riquezas dos meus, e fazer das "pobrezas" dele, riquezas! Pena, que sair do meu mundinho, se faz necessário, pra que eu possa percebê-lo melhor e cuidá-lo como é merecido.
Mas, foi muito positivo. Descobri que o meu precisa de muito mais amor. Do de Deus. O único que vale a pena, por ser eterno.
Enquanto posso, busco escutar a Sabedoria :"Pois quem me encontra encontra a vida, e o Senhor Deus ficará contente com ele..." (Prov 8:35)

Quero dizer: Buscar o amor de Deus, é usar a Sabedoria para fazer boas escolhas, valorizar as pequenas coisas, e amar, ser amoroso, além das circuntâncias.